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Aracaju, Sergipe, Brazil
Sou uma terapeuta ericksoniana; trabalho com Psicoterapia Breve, utilizando, sob medida para cada pessoa, técnicas de Hipnose e Arteterapia. Sou também doula: acompanho gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto. Qualquer dúvida e interesse, entre em contato! Terei o maior prazer em poder ajudar. :)
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domingo, 1 de agosto de 2010

Hipnose é usada para tratar de doenças a problemas emocionais

HELOÍSA NORONHA
Colaboração para o UOL

Quando o assunto é hipnose, a imagem que vem à mente da maior parte das pessoas é a de um mágico – ou a figura de algum sujeito com pinta de charlatão – balançando um relógio na frente de uma “vítima”, que, em um estado alterado da consciência, revela coisas que não contaria se as perguntas fossem feitas de outro modo. Nada mais antiquado ou preconceituoso do que tal quadro. Hoje, a técnica serve para aliviar dores do corpo, da mente e da alma. A hipnose passou por grandes transformações desde a sua popularização por Jean-Martin Charcot e Sigmund Freud, no final do século 19 e início do século 20. A hipnose moderna é muito diferente da hipnose de palco, que atua numa relação de poder entre médico e paciente, e não envolve pêndulos nem uma atmosfera de mistério.

A imagem mística mudou com o trabalho desenvolvido pelo psiquiatra norte-americano Milton Erickson, no final da década de 1950. Erickson passou a associar a hipnose às psicoterapias de forma bastante diferente da utilizada até então e criou uma forma inovadora de abordagem, por intermédio de seminários didáticos. “A hipnose moderna, também chamada de ericksoniana, é uma ferramenta principalmente linguística, uma forma ampliada de comunicação. Um médico pode usar linguagem hipnótica para conquistar um resultado mais eficaz com um paciente. Mas a hipnose também é utilizada por outros profissionais em diferentes contextos, como advogados, professores ou vendedores”, comenta Alexandre Bortoletto, instrutor da Sociedade Brasileira de Programação Neurolinguística (SBPNL). “Infelizmente, ainda há muito preconceito porque as pessoas associam hipnose a uma espécie de show de mágica em que a plateia é induzida a fazer o que não quer, como comer uma cebola achando que é uma maçã ou cacarejar como uma galinha e, em seguida, não se lembrar de nada disso”, diz o especialista.

Existem pessoas que são muito mais propensas a entrar no estado hipnótico do que outras. “Eticamente, é triste ver a hipnose ser tratada como uma diversão, porque neste estado a pessoa fica muito vulnerável ao que é dito a ela e isso pode deixar uma marca no inconsciente que não necessariamente é positiva ou adequada, mas passa despercebida neste contexto. Acho que mais do que preconceito, existe falta de conhecimento”, ressalta Luciane Lopes Gerodetti, psicóloga com especialização em hipnose pelo Instituto Milton Erickson, de São Paulo, e em Eye Movement Desensitization and Reprocessing (EMDR), um tipo de psicoterapia para tratamento de estresse pós-traumático, pelo EMDR Institute, dos Estados Unidos.

Transe hipnótico

O transe hipnótico nada mais é que um estado alterado de consciência. Entramos em transe várias vezes por dia. Sabe quando dirigimos até determinado local e, ao chegar lá, não lembramos que caminho fizemos? Ou quando estamos ouvindo música, o CD acaba e só percebemos o silêncio vários minutos depois? Se você está lendo essa entrevista e não percebe os ruídos à sua volta, está em transe nesse momento.

As indicações e atuações são amplas. Felizmente, a comunidade médica vem fazendo uso e indicando para as diferentes questões físicas. Para amenizar dores de forma geral, por exemplo. Antes, claro, deve-se ter um diagnóstico médico para saber sua causa. A partir disso, a dor pode ser minimizada ou eliminada com a hipnose. “Para pacientes com câncer, há minimização de efeitos colaterais da quimioterapia. Doenças autoimunes, como vitiligo, psoríase e artrite, e somatizações, como gastrite nervosa e síndrome do cólon irritável, também obtêm bons resultados”, garante o psicólogo clínico e especialista em hipnose Odair José Comin, diretor da Delphos Clínica de Psicologia e Hipnose, de São Paulo.

Luiz Carlos Crozera, psicoterapeuta e diretor do Instituto Brasileiro de Hipnologia e da Sociedade Iberoamericana de Hipnose Condicionativa, ambos em Jaú (SP), diz que estudos indicam que 90% das doenças surgem primeiro na mente. “Se a mente cria, a mente cura. E a única forma de chegar até os registros mentais é por meio da hipnose”, afirma.

Para Leonard F. Verea, fundador da Sociedade Brasileira de Hipnose Clínica e Dinâmica e diretor do Instituto Verea, de São Paulo, a hipnose funciona como uma espécie de "atalho" para a resolução dos mais diversos males, sobretudo as dores crônicas e as doenças que podem ter fundo emocional - obesidade, anorexia, bulimia, enxaqueca, fobias diversas e insônia. “Além disso, auxilia pessoas com dificuldades de aprendizagem, indivíduos que sofrem de distúrbios sexuais, obesos e dependentes de drogas e álcool”, enumera.“

A hipnose é usada também com sucesso em maternidades europeias e americanas para ajudar no relaxamento durante o parto. A secretária-executiva Débora*, de 31 anos, de São Paulo, buscou o método como coadjuvante para um tratamento antiobesidade. “Com a hipnose, pude perceber que extrapolava nos doces quando me sentia tensa e ansiosa ou encerrava alguma tarefa chata ou estafante”, conta. “A técnica foi fundamental para que o meu tratamento fosse bem sucedido.”

A hipnose trata também:

  • 1 Fobias (inclusive a social)
  • 2 Mania de roer as unhas e de chupar o dedo
  • 3 Timidez e medo de falar em público
  • 4 Estresse pós-traumático e ansiedade
  • 5 Distúrbios do sono, gagueira, enxaqueca e impotência

Emoções

De acordo com o psicólogo João Batista de Oliveira Filho, diretor do Instituto de Psicologia Crescer, do Rio de Janeiro, diversas doenças podem ter sua cura intensificada pela hipnose se ela for utilizada junto com o tratamento médico e psicológico. “Isso acontece porque os sintomas são minimizados”, afirma ele, que está escrevendo uma tese de mestrado sobre hipnose e emagrecimento. A hipnose também vem sendo usada por dentistas para diminuir a ansiedade e aumentar a sedação. “Sempre que preciso trabalhar uma crença em nível mais profundo e com menos resistência do paciente, lanço mão da hipnose”, conta a psicóloga Luciane Lopes Gerodetti. “A hipnose permite que o sujeito fique mais receptivo a novas percepções sobre algo em sua vida, o que permite que ele reprocesse algumas questões pessoais com mais facilidade e rapidez, de maneira mais sadia e positiva. Também é uma técnica útil para buscar memórias que podem explicar e ajudar a resolver problemas atuais”, afirma.

É por isso que até emoções como inveja, ciúme e raiva podem ser trabalhadas por meio do método. “A hipnose moderna promove um alinhamento, um equilíbrio entre o consciente e o inconsciente, ou seja, aquilo que pensamos (e sabemos que pensamos) e o que acontece quando estamos ‘no automático’. Algumas emoções, como raiva, medo e ciúme, já estão tão condicionadas em nosso comportamento que, quando percebemos, já estamos imersos nelas: tomamos uma atitude sem pensar se ela é a mais adequada à ocasião. Com a hipnose é possível atingir o equilíbrio emocional tomando consciência dessas emoções para, assim, ter controle sobre elas e escolher usá-las quando for realmente necessário”, explica Alexandre Bortoletto. “Com a hipnose é possível modificar a forma de pensar e, na medida em que isso acontece, mudará também o sentimento atrelado a esse pensamento. Durante o transe, damos sugestões, munindo o paciente com novos conteúdos, para que ele possa se autoconhecer, ressignificar e se conduzir para uma forma saudável de pensar e sentir”, completa o psicólogo Odair José Comin.

Estresse

O maior mal da civilização moderna – o estresse – também pode ser transformado. Há o estresse positivo, aquele que motiva, que nos faz proativos; e o ruim, patológico, que faz mal. Por meio da hipnose, é possível equilibrar os dois tipos. No tratamento com hipnoterapia, é importante a conscientização do ambiente que rodeia o paciente, identificando quais são os fatores estressantes. O trabalho pode iniciar com um relaxamento, pois normalmente existem tensão e ansiedade envolvidas, e por isso relaxar é imprescindível. A partir daí, começa-se um tratamento mais efetivo de mudança de hábitos, mudança de resposta aos diferentes estímulos externos e internos. Há a percepção da possibilidade de uma melhor qualidade de vida, pois o método traz para o dia a dia do paciente um equilíbrio entre vida pessoal e profissional, entre atividade e inatividade, trabalho e descanso.

E desde que a pessoa esteja disposta a mudar, a hipnose pode ajudar a curar transtornos obsessivos compulsivos (TOCs) e tabagismo. “As obsessões são pensamentos ou imagens que aparecem de forma repetida e persistentemente. Causam dor e sofrimento intenso, pois o indivíduo não consegue ter controle. A compulsão vem do ato, ou seja, na medida em que se tem um pensamento repetitivo de que as mãos estão sujas (obsessão), lava-se várias vezes ao dia (compulsão)”, explica Odair. Com a hipnose, é possível ressignificar aprendizagens passadas, mudando a forma de pensar, e descobrir em que momento teve início e por que aconteceu. “Fazemos o paciente perceber que já não existe mais a necessidade da compulsão, e que ele pode ter o controle de seus pensamentos, além de ensiná-lo aprendizagens no presente que possibilitarão a mudança, com liberdade de pensamento e ação no futuro.

Já o cigarro causa dependência tanto física quanto psíquica, por isso o tratamento deve levar em conta esses dois aspectos, além de descobrir as razões de a pessoa fumar e, da mesma forma, o que a motiva a parar. “Já havia tentado parar de fumar cinco vezes, até que li em uma revista sobre o uso da hipnose para essa finalidade. Não é que deu certo? É claro que tive força de vontade, mas com a hipnose notei que usava o cigarro como uma muleta social, para me sentir desinibida. Recomendo”, atesta a professora carioca Cláudia Pereira, de 33 anos.

Fonte: http://bit.ly/cGGH0d

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Coisa de doido


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Ainda hoje é comum pensarem que psicólogo é “coisa de doido”, ainda mais psiquiatra. Muitas vezes também um é confundido com o outro ou até mesmo igualados em suas funções. Na verdade, são profissões que se complementam, mas bastante diferenciadas em suas formações: o psicólogo é graduado em Psicologia e quando se dedica à área Clínica chama-se psicoterapeuta; o psiquiatra estuda Medicina e se especializa no ramo da Psiquiatria, que trata de transtornos considerados mentais.

Na prática, ambos tratam os mesmos tipos de dificuldades – psicológicas, mentais, emocionais, comportamentais – só que, enquanto o tratamento psiquiátrico é feito basicamente através de medicação, o psicoterapêutico se dá através de técnicas expressivas (verbais e não-verbais). Apesar desta afirmação, é importante deixar claro que nem todas as dificuldades que o psicólogo trata, o psiquiatra pode ou precisa tratar também. Os remédios psiquiátricos, que agem nas funções cerebrais, são aliados em diversas situações, mas são dispensáveis em muitos casos. Um bom médico psiquiatra observa bem a necessidade de empregar ou não este tipo de terapia; aqueles que reconhecem um paciente que não precisa de remédios e diz isso a ele, considero um competente profissional. Assim como o psicólogo que sabe reconhecer a necessidade de encaminhar para acompanhamento psiquiátrico, o que feito adequadamente só contribuirá para que o indivíduo desenvolva maior qualidade de vida de uma forma mais ampla.

Muitos transtornos necessitam de uma associação de psicoterapia e remédios. E não, não só toma remédio psiquiátrico quem é “doido”. Aliás, o que é doido para você? Para mim é este mundo, ou quem quer que o considere normal. Nesse contexto, o desconforto muitas vezes é sinal de pura sanidade. E isso fica bastante claro em casos de crianças e adolescentes que chegam à terapia. Geralmente, estes pequenos que “causam” problemas são aqueles que demonstram escancaradamente que algo está acontecendo dentro de seu sistema familiar ou na escola, por exemplo. Não raro, os pais é que precisam trabalhar-se, mais do que estes filhos.

Não quero com isso dizer que é bom sofrer, mas que cumprida a missão do sintoma, ele não precisa mais existir. A dor ao caminhar pode acabar quando tiramos o sapato, descobrimos a pedra e a retiramos.

E você que não é doido de acostumar-se com o desconfortável, o psicólogo pode te ajudar, se você for capaz de cometer a loucura de assumir que não consegue fazer tudo sozinho. Muitas pessoas sofrem achando que são assim mesmo, que é o seu jeito de ser, ou o jeito de ser do seu filho, que sempre foi assim... Até que um dia você descobre que como você ou como seu filho existem outros, que superaram tudo isso e muito mais, simplesmente pedindo ajuda...

Camila Sousa de Almeida

sexta-feira, 23 de abril de 2010

É amanhã! Jornada da Solução: Novos Olhares para Velhos Problemas

Pra quem deixou pra última hora, felizmente ainda temos vagas. Chegue cedo para garantir a sua! Amanhã às 8h, no auditório do Sebrae, em Aracaju-SE.

A minha palestra "Auto-hipnose: você e seus objetivos de mãos dadas" será às 10h10. ;)

terça-feira, 13 de abril de 2010

Ainda dá tempo!


O início das aulas do Curso de Formação em Hipnose e Psicoterapia Breve em Aracaju foi adiado para maio, nos dias 15 e 16. Ainda dá tempo de fazer sua matrícula, garanta sua vaga!

Contatos: Camila Sousa (79) 8837-8860 e
Anne Patrícia (79) 9943-6822


sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Núcleo de Psicoterapia Breve e Hipnoterapia de Aracaju promove: Jornada da Solução - Novos Olhares para Velhos Problemas

Olá! :)

Você está convidado a ter um sábado diferente! Assim como quando põe óculos de praia, convidamos você a experimentar novas lentes, que podem renovar sua qualidade de vida. Você que cuida de si e dos outros, junte-se a nós na Jornada da Solução!

Onde

Auditório do Sebrae

Quando

24 de abril de 2010

Quanto

R$25

Quem procurar

Camila – (79) 8837-8860

Anne – (79) 9943-6822

Alan (Pio Décimo) – (79) 9994-0634

Renata (UNIT) – (79) 8133-5787

Raquel (FASE) – (79) 9144-3849

Até breve!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Curso de Formação em Hipnose e Psicoterapia Breve em Aracaju-SE

Hoje em dia o mercado de trabalho exige cada vez mais agilidade e competência, por isso estudar é uma necessidade contínua. No âmbito da saúde, este contexto privilegia terapias que rapidamente surtam efeito e de forma realmente eficaz. Para psicoterapeutas, a Psicoterapia Breve é uma carta na manga que atrairá as (muitas) pessoas que estão por aí precisando de uma ajuda especializada e não podem (e não querem) esperar muito para superar suas dificuldades.

Para tanto, uma das ferramentas mais poderosas para atingir os objetivos terapêuticos é a Hipnose. Atuando como auxiliar no trabalho do psicólogo, do médico, do odontólogo, a hipnose ericksoniana permite que o trabalho seja realizado de uma forma mais ágil, profundamente eficaz e mais confortável ao cliente/paciente.

Se você é estudante ou profissional de Psicologia, Medicina ou Odontologia, matricule-se no Curso de Formação em Hipnose e Psicoterapia Breve, que está abrindo uma nova turma em Aracaju-SE. As aulas terão início no dia 10 de abril de 2010.

Maiores informações: Camila Sousa (79) 9145-4123 e Anne Patrícia (79) 9943-6822

terça-feira, 14 de julho de 2009

Em breve, numa sala próxima de você!

Encomendando meus cartões de visita recentemente, disse ao senhor responsável para escrever: psicoterapia breve. Gentilmente, este sugeriu algo como “na área de vocês, se é algo que terá em breve, é melhor não colocar em cartão, mas em um folder”. Ri muito e expliquei ao gentil vendedor que psicoterapia breve era um modelo de terapia de curta duração. 

É difícil dizer exatamente quanto durará um processo terapêutico – mesmo sendo breve, porque cada pessoa tem seu próprio ritmo – mas as diversas abordagens em geral costumam demorar um bom tempo. A psicoterapia ericksoniana é naturalmente breve: o cliente chega com algum ou alguns objetivos e a terapia se encerra quando os mesmos são atingidos (a não ser que surjam outros após isso). Nós, ericksonianos, achamos que a terapia não é uma solução; a solução é conseguir, o mais rápido possível, que os clientes saiam da terapia lidando saudavelmente com os diversos aspectos de suas vidas. 

E mesmo focada em algum ponto a terapia pode abranger várias áreas da vida da pessoa, assim como quando, num jogo de sinuca, uma tacada bem direcionada acerta uma bola que acerta outras, provocando o deslocamento de várias bolas que não foram tocadas diretamente pelo taco. 

Assim, se algum cliente chegar querendo saber logo em quanto tempo sairá da terapia, certamente eu posso dizer: em breve! :)  

Camila Sousa de Almeida

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Respeitável Público!



O ericksonianamente se propõe a divulgar e informar sobre a Psicoterapia Breve Estratégica desenvolvida por Milton Hyland Erickson. Trata-se de uma abordagem da Psicologia que aplica, em suas práticas, o pressuposto de que cada ser humano é único. 

Portanto, a terapia é feita sob medida para cada cliente, respeitando sua visão de mundo e utilizando os diversos recursos que carrega consigo. Alguns desses recursos não estão sendo acessados, dificultando para a pessoa lidar com algumas questões ou situações de sua vida; é isto que a leva a procurar uma psicoterapia. 

Uma das ferramentas que nós, ericksonianos, temos à disposição para ajudar o cliente a trazer à tona recursos que ele já tem e que não estão sendo utilizados é a hipnose. Ela é um catalisador da terapia: facilita e acelera o processo; além de proporcionar um momento muito gostoso de contato consigo mesmo, tão raro nos tempos de hoje. 

Há muitos mitos sobre a hipnose, fazendo dela um bicho-de-sete-cabeças para muitas pessoas, mas na verdade isto é assunto para um próximo post... ;)

Camila Sousa de Almeida


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