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Aracaju, Sergipe, Brazil
Sou uma terapeuta ericksoniana; trabalho com Psicoterapia Breve, utilizando, sob medida para cada pessoa, técnicas de Hipnose e Arteterapia. Sou também doula: acompanho gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto. Qualquer dúvida e interesse, entre em contato! Terei o maior prazer em poder ajudar. :)

sábado, 30 de janeiro de 2010

O que você quer ser quando crescer?

As mais altas árvores são oriundas de minúsculas sementes.

Chico Xavier

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Que tal...




Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa. Mais tarde, mude de mesa...
Quando sair, procure andar do outro lado da rua. Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente, observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tire uma tarde inteira para passear livremente na praia, no parque e ouvir o canto dos passarinhos. Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama... Depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, compre outros jornais... leia outros livros, viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida, ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija
a
postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes, novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo jeito, o novo prazer, o novo amor. A nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes, tome outro tipo de bebida, compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde, ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete, outro creme dental...
Tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais e de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de mala, de carro, compre novos óculos, escreva outras poesias.
Jogue os velhos relógios, quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se esta vida é uma só.
E pense em seriamente em arrumar um outro emprego, uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais prazeroso, mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as, seja criativo.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa, l o n g a , se possível sem destino.
Experimente coisas novas, troque novamente.
Mude, de novo. Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores do que as já conhecidas, mas não é isso que importa.
O mais importante é a mudança, o MoViMeNtO, o dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!
Repito, por pura alegria de viver:
A salvação é pelo risco, sem o qual a vida não vale a pena.
Edson Marques

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Profissão: amadora


 
Escolher trabalhar com Psicologia é acreditar e apostar no ser humano. Não só naqueles que chegam até nós mas na nossa própria humanidade. O poder de provocar mudanças requer muito mais que conhecimento, requer sentimento. É preciso ter o coração envolvido, ser antes tocado para poder tocar. Capacitação técnica faz muita diferença, mas para fazer a diferença na vida de alguém é preciso se importar de verdade. Para mim, ser psicóloga é mais uma forma de amar.



Contribuindo para o conhecimento do Código de Ética Profissional do Psicólogo, apresento agora nossos princípios fundamentais:
I. O psicólogo baseará o seu trabalho no respeito e na promoção da liberdade, da dignidade, da igualdade e da integridade do ser humano, apoiado nos valores que embasam a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
II. O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão.
III. O psicólogo atuará com responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, econômica, social e cultural.
IV. O psicólogo atuará com responsabilidade, por meio do contínuo aprimoramento profissional, contribuindo para o desenvolvimento da Psicologia como campo científico de conhecimento e de prática.
V. O psicólogo contribuirá para promover a universalização do acesso da população às informações, ao conhecimento da ciência psicológica, aos serviços e aos padrões éticos da profissão.
VI. O psicólogo zelará para que o exercício profissional seja efetuado com dignidade, rejeitando situações em que a Psicologia esteja sendo aviltada.
VII. O psicólogo considerará as relações de poder nos contextos em que atua e os impactos dessas relações sobre as suas atividades profissionais, posicionando-se de forma crítica e em consonância com os demais princípios deste Código.

Por fim, uma citação do meu mestre João Facchinetti: "Não precisa gostar do seu cliente. Basta amar." ;)


Camila Sousa de Almeida

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O teste da banheira


Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?
O diretor respondeu:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Ah! Entendi. - disse o visitante. Uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
- Não! - respondeu o diretor - uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo. O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria? 

Desconheço o autor
Àqueles que escolheram o balde:
a vida tem muito mais opções.

OBS: PARA COMEÇAR O ANO COM BOM HUMOR! NÃO LEVEM O "DOENTE" E O "NORMAL" TÃO A SÉRIO! ;)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Receita de Ano Novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo 
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)


Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.


Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Quem planta, colhe.

A vida não é algo a que se possa dar uma resposta imediata. Você pode usufruir o processo da espera, o processo de você se tornar você mesmo, você mesma. Não há nada mais prazeroso do que plantar sementinhas de flores e não saber quais as variedades irão brotar”. Milton H. Erickson

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

domingo, 13 de dezembro de 2009

Comece pelo mais fácil

Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-los. Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo: - Você gosta de quebra-cabeça, não é? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho. Mas faça tudo sozinho! Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente. - Pai, já terminei tudinho! A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? - Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu? - Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.


Desconheço o autor

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Há sofrimentos que têm nome

P.S. A lista de filmes sugerida nos slides foi uma contribuição de Thiago Moraes.

E há quem transforme a dor em obra de arte...

Já escondi um amor com medo de perdê-lo, já perdi um amor por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!

Clarice Lispector

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tomando uma atitude

Era uma vez uma jovem chinesa chamada Lin, que se casou e foi viver com o marido na casa da sogra. Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra. Os temperamentos eram muito diferentes e Lin se irritava com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez mais com insistência.

Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável. No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre a serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.

Mas Lin, não suportando por mais tempo a idéia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai. Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe: - “Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas”.

Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda”. Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.

Durante várias semanas Lin serviu, dia sim, dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra. E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.

Passados seis meses, toda a família estava mudada. Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Durantes estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela. As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.

Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe: “Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou.”

Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça: “Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas que te dei são vitaminas para melhorar a saúde. O veneno estava nas tuas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar”.

Desconheço o autor

sábado, 28 de novembro de 2009

Qualquer ser humano pode mudar de vida, mudando de atitude. [William James]


As atitudes são compostas de cognições ou crenças, sentimentos (ligados a avaliações) e tendências a se portar de uma determinada maneira (Breckler, 1984) em relação a objetos, grupos, eventos e símbolos. Elas são aprendidas e permanecem conosco por longos períodos – até o momento em que resolvemos mudá-las. 


Quando a atitude considerada apóia-se em um componente do pensamento relativamente simples e rígido e diz respeito a pessoas ou grupos sociais, é chamada de estereótipo (Ashmore, 1981). Na vida diária, os seres humanos estão sempre generalizando, com base em suas experiências (McCauley, 1980). Os estereótipos organizam e condensam informações, de modo que possamos agir de maneira rápida, mas são destrutivos basicamente quando nos esquecemos de que se baseiam em pequenas amostras e com frequência são injustos, quando aplicados rotineiramente a todos os indivíduos de uma população. 


Os estereótipos tendem a se autoperpetuar, em parte, porque o comportamento da pessoa que está formando o estereótipo faz com que o alvo – ou seja, o outro – aja de maneira que o confirme. Existe uma expressão latina, quod erat demonstrandum, que significa “como se queria demonstrar" e é usada no final de demonstrações matemáticas quando se chega ao resultado pretendido. O termo em português “C.Q.D.” é utilizado também para se referir a este processo. Se tratamos uma pessoa que consideramos antipática com frieza, como ela provavelmente responderá? 


Os estereótipos podem ser considerados esquemas (redes de conhecimento); como tais, alteram percepções e memórias, com consequências que o perpetuam. Ou seja, tendemos a ver e lembrar do que se harmoniza com nossos estereótipos, outro mecanismo que os mantém intactos (Hamilton, 1985).
 



Décadas atrás, Gordon Allport e Leo Postman (1947), mostraram rapidamente esse desenho a pessoas brancas e fizeram perguntas para ver do que se lembravam. A maioria dos participantes da pesquisa lembravam-se da navalha na mão do homem negro (enquanto, na verdade, estava na mão do homem branco). Presumivelmente, usaram um esquema “negros são violentos” enquanto estavam codificando ou recuperando as informações. O estudo de Allport-Postman é um dos diversos que sugerem que os preconceitos são fortalecidos pelas formas tendenciosas pelas quais os seres humanos processam as informações. (Adaptada de The Psycology of Rumor por Gordon W. Allport & Leo Postman...)
-


Sendo assim, relacionar-se com estereótipos, e não com pessoas, é uma forma eficiente de estar certo, como queria demonstrar... As atitudes que temos diante da vida e das pessoas é em grande parte determinante do que recebemos. Você quer o melhor? Então espere o melhor...! 
 

Camila Sousa de Almeida
Texto adaptado de DAVIDOFF, Linda. Introdução à Psicologia: 3ª edição. Cap. 15. (p. 645-650) São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Enxergando claramente


Nas páginas coloridas da internet e da vida podemos observar que, quanto mais diferente a cor da letra é da cor do fundo, mais a vemos. Sem esse contraste entre as cores não seria possível ler a mensagem que as letras passam; tudo seria uma só cor e não enxergaríamos nada além dela. Quanta coisa importante ficaria oculta, não é mesmo?!

E essas diferenças entre as cores se tornam mais interessantes ainda quando se lembra que todas elas são diferentes expressões de uma só cor: o branco – a clareza máxima. Esta é “a cor da luz”, a junção de todas as cores e ao mesmo tempo “a ausência de cor”, porque onde há união não há discriminação, já que nenhuma cor é melhor do que outra e todas são imprescindíveis ao todo. Tão variadas na natureza, as cores tornam nosso mundo mais bonito e nos dão a oportunidade de ver além do que os olhos vêem e enxergar a plenitude da pureza e da paz transcendente...


Camila Sousa de Almeida


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sintonizando...


Assim como um aparelho de rádio, vivemos rodeados de ondas eletromagnéticas transmitidas das mais diversas fontes. É através da sintonia que escolhemos o que queremos captar e esta informação é então amplificada dentro de nós e convertida em vibrações para o mundo... Experimente sintonizar agora nesta música, preste atenção na letra, e perceba o que acontece...




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