- Camila Sousa de Almeida
- Aracaju, Sergipe, Brazil
- Sou uma terapeuta ericksoniana; trabalho com Psicoterapia Breve, utilizando, sob medida para cada pessoa, técnicas de Hipnose e Arteterapia. Sou também doula: acompanho gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto. Qualquer dúvida e interesse, entre em contato! Terei o maior prazer em poder ajudar. :)
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Experimentando a chuva
sábado, 10 de julho de 2010
Cinco razões para você entrar em contato com a natureza

terça-feira, 6 de julho de 2010
Transforma-dor. Esse é o verdadeiro artista.
Descobrindo...
segunda-feira, 5 de julho de 2010
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Nossa artística mente
Intrinsecamente criativo, o ser humano é capaz de inovar e embelezar até simples atos do dia-a-dia, como um candidato do programa Ídolos, que mesmo não sendo aprovado por nenhum dos jurados, não diminuiu sua luz e simpatia. Não seria essa capacidade de mostrar-se e influenciar positivamente os outros uma arte?! Quão expressivo é iluminar, como o sol, revelando sua natureza em todo seu esplendor...
Ser uma terapeuta ericksoniana significa aprender e exercitar a alegre arte de se deixar afetar pelo que é importante para o outro, e criativamente transformar isso em algo mais bonito, que faça sentido para ele e lhe desperte sensações, emoções e idéias renovadoras – tal como um desenho feito a partir de uma foto, que altera a imagem em alguns detalhes, sem deixar de representar a mesma pessoa. Artisticamente transformamos algo feio ou incômodo em algo belo e apreciável, como um poema de Augusto dos Anjos ou uma situação difícil que na terapia – ou sabiamente na vida – se transforma em aprendizado que ajudou a amadurecer.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Musical mente
Estudos mostram também que quando as pessoas ouvem música, as regiões motoras do cérebro se ativam – provavelmente com o propósito de processar o ritmo. Esse processo inclui regiões pré-motoras, que preparam uma pessoa para a ação, e o cerebelo, que coordena o movimento físico. Alguns pesquisadores acreditam que parte do poder musical é resultado de sua tendência a sincronizar e ecoar nossas ações. “Com os equipamentos disponíveis hoje já é possível enxergar como ritmo e ação ressoam no sistema nervoso; todo som é produzido por movimento, quando você ouve qualquer som algo está sendo movido”, diz o neuropsicólogo Robert Zatorre, da Universidade McGill. De fato, há um passo muito pequeno entre o andar, o respirar e as batidas do coração – sons ritmados naturais, não intrinsecamente musicais – e manter propositalmente um intervalo ou caminhar na mesma velocidade que outra pessoa. “Quando escutamos um padrão, inconscientemente organizamos os músculos para reproduzi-lo. Dessa maneira, o ritmo também pode funcionar como uma ‘cola social’ que favorece a ligação física”, afirma Zatorre.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Coisa de doido
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terça-feira, 15 de junho de 2010
Um soldado realmente corajoso
segunda-feira, 14 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Vontade é poder
Perdido no tempo, expandindo-se no espaço, o sorriso mostrou-se espontâneo e humilde, pedindo ajuda para poder continuar. Inundada de tanto receber, não havia outra reação senão também doar, e fazer parte daquilo tudo que tornava, naquele momento-espaço-tempo, o mundo um melhor lugar.
Do que me lembro de meus pensamentos, é que meus olhos não puderam deixar de focar naquele sorriso sem dentes. Mas não era o que faltava ali que me chamava a atenção, mas tudo o que tinha, transbordava e se oferecia a mim. O sorriso não está nos dentes, mas na intenção. Pode-se sorrir sem dentes, sem boca, com os olhos, ou não... a vontade de sorrir é que faz a ação.
E a sábia atitude de dar antes de receber naturalmente a fez alcançar seu objetivo, e de forma muito agradável. Como os pedintes geralmente fazem? Cara de sofrimento, de coitadinhos, como se tudo que pudessem fazer fosse receber. Tais expressões provocam sensações desagradáveis em quem olha e, mesmo havendo alguma doação, provavelmente não se encontra em ninguém ali nenhuma sensação de prazer.
Ela me deu algo, me transformou – pois também sorri – e pude dar algo também. Tudo permeado por boas sensações que movimentavam-se ali entre nós. E que continuam a me movimentar...
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A menina que calou o mundo por 5 minutos
Absolutamente o melhor vídeo que já vi.
http://www.youtube.com/watch?v=5g8cmWZOX8Q
terça-feira, 8 de junho de 2010
Vejo suas cores verdadeiras
http://www.youtube.com/watch?v=-eQh41f0bb0
Terapia do abraço
Segundo Tiffany Field, diretora do Instituto de Pesquisas do Toque da Universidade de Miami, o contato físico faz maravilhas por sua saúde física e mental. Pode reduzir depressão, estresse e agressividade. E até mesmo combater o câncer.Vamos começar pela conclusão do estudo mais revolucionário: uma simples massagem é capaz de ajudar nosso sistema imunológico. A ponto de fortalecer o corpo contra o câncer.
Como?
A massagem aumenta o número de células conhecidas como NK [sigla para natural killers, inglês para "assassinas naturais"]. Elas são responsáveis pelo combate do corpo contra infecções virais e células cancerosas. Descobrimos isso em 2005, em um estudo com mulheres que sofriam de câncer de mama. Aquelas que tinham passado por terapia com massagem tiveram aumento no nível de células NK e de linfócitos [células decisivas na defesa do organismo] durante o período do estudo. Isso mostra a importância da massagem como terapia complementar às já usadas contra o câncer.
Que outras doenças o contato físico combate?
Pode ajudar a reduzir depressão e ansiedade. Não é à toa que as pessoas ficam mais felizes e relaxadas quando abraçam amigos. Ou que vendedores dão tapinhas nas nossas costas para tentar vender um produto mais caro. Quando estimulamos receptores de pressão sob a pele, o coração desacelera. A pressão sanguínea diminui, assim como a liberação de hormônios que causam o estresse.
Quer dizer que manter contato físico traz felicidade?
Dá para dizer que ficamos mais alegres, menos irritados. Até mesmo menos agressivos. Crianças que têm menos contato físico com amigos e parentes podem se tornar adultos mais violentos, segundo pesquisas. Como acontece com macacos: se forem privados do toque quando pequenos, acabam matando uns aos outros.
Isso vale para qualquer lugar? Porque a cultura do contato físico é diferente no mundo. Indianos andam de mãos dadas, argentinos se beijam no rosto
As diferenças culturais nos mostram justamente o efeito do contato físico. Nos EUA, existe um tabu contra o toque. Escolas pedem que professores não encostem em seus alunos, por medo de acusações de abuso sexual. Claro que qualquer toque mal-intencionado deve ser reprimido. Mas as pessoas precisam do contato físico dos colegas. Testamos isso comparando um grupo de jovens de Miami a outro de jovens de Paris. Os americanos passavam menos tempo cumprimentando, abraçando e beijando seus colegas do que os franceses - e demonstraram um nível maior de agressividade física e verbal.
Uma massagem caseira pode fazer milagre, então?
Pode melhorar muito a saúde mental e física. Basta massagear movendo a pele da pessoa, sem usar força ou leveza demais. Esfregue, amasse, dê batidas - mas sempre com moderação. Para grávidas, por exemplo, esse ritual reduz as chances de um parto prematuro, por causa da redução do nível dos hormônios do estresse. Por isso, encorajamos as famílias a usar a massagem sempre que possível.
http://super.abril.com.br/saude/abrace-colega-ao-lado-566645.shtml
Você pode se transformar
executem nenhum ritual, não troquem minhas roupas e não me dêem um banho. Apenas me coloquem como estou na pira funerária.' Assim temos que seguir suas instruções." Então, subitamente, houve um grande acontecimento. Quando o corpo foi colocado sobre o fogo, aquele velho homem havia pregado a última peça. Havia escondido muitos fogos sob suas roupas, e houve um festival de fogos! Então todo o vilarejo começou a rir. Os dois amigos loucos estavam dançando, e logo todos estavam dançando também. Não era a morte, era uma nova vida.segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Julgamentos Precipitados
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
- Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
- Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
-O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho, você tinha razão.
Não era mesmo uma desgraça, e sim uma benção.
E o velho disse:
- Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma benção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta…
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein?
Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção…
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho.
E os que foram para a guerra, morreram…
Quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre…
Autor desconhecido
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Conquista Sergipana: nasce o CRP-19

Foi aprovado durante a última APAF, Assembléia das Políticas, da Administração e das Finanças do Sistema Conselhos de Psicologia, realizada nos dias 15 e 16 de maio deste ano, o projeto de desmembramento do CRP-03 e a formação do Conselho Regional de Psicologia do Estado de Sergipe. A aprovação do projeto foi uma conquista da categoria, decorrente dos esforços do CRP-03 juntamente com o Comitê Gestor da Seção Sergipe para atender melhor as (os) psicólogas (os) da região. É o Conselho de Psicologia mais perto de você!
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Casais sentem o cheiro das emoções um do outro
Thiago Perin 2 de junho de 2010É, os resultados de um estudo conduzido pela psicóloga Denise Chen na Rice University, em Houston (EUA), mostram que casais muito ligados conseguem sentir o cheiro de felicidade, medo e até excitação sexual no suor um do outro. Bacana, né? (!)
Para fazer o experimento, a doutora Chen e seus colegas escolheram 20 casais (todos heterossexuais) que viviam juntos por entre um e sete anos. Enquanto os voluntários assistiam a vídeos que induziam diferentes emoções (ou nenhuma emoção), almofadinhas estrategicamente colocadas embaixo de seus braços coletavam o suor que eles produziam.
Coletado todo o suor, os participantes tiveram que cheirar quatro recipientes. Na primeira fase, por exemplo, um deles continha o suor do parceiro no momento em que ele estava feliz; os outros três, suor de gente estranha do sexo oposto, em momento neutro.
Aí vinha a pergunta: “e aí, qual desses é o suor feliz?”. E assim foi também com as outras emoções.
Em 70% do tempo, os participantes identificaram o sentimento no suor dos parceiros de primeira. E os casais que viviam juntos há mais tempo foram os que se saíram melhor. Já na hora de identificar o sentimento no suor de estranhos, o sucesso caiu para menos de 50%.
O porém é que, apesar de identificarem o que o parceiro sentia pelo cheio do suor, ninguém soube apontar que aquele suor pertencia, de fato, à sua cara-metade. Ou seja: a gente até sabe, mas não sabe que sabe.
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/casais-sentem-o-cheiro-das-emocoes-um-do-outro/
terça-feira, 1 de junho de 2010
Conte sua história e mude outra história
A filosofia ericksoniana é apaixonante por vários motivos. Apontar belezas, despertar sabedorias e espalhar aprendizados é uma forma de viver. Atualmente estou me dedicando ao projeto de um livro, nascido da vontade de colocar em prática uma das técnicas ericksonianas mais simples: contar histórias reais (pessoais ou não) que tenham utilidade terapêutica para aquele que as ouvem. O livro trata do sentimento de rejeição sentido por crianças que não necessariamente foram rejeitadas; e pais que nem suspeitam que causaram ou estão causando isso. Escrevo, ericksonianamente, impulsionada pelo desejo de tornar algo negativo em positivo: fazer de experiências dolorosas aprendizados capazes de proporcionar infâncias e vidas mais tranquilas para os filhos e filhas daqueles que conheçam essas histórias. Faço agora um convite àqueles que queiram compartilhar suas histórias comigo, para quem sabe serem publicadas no livro. E respeitando a privacidade dos envolvidos, contarei todas como se fossem minhas. Os filhos e filhas dos futuros leitores agradecem.



