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Aracaju, Sergipe, Brazil
Sou uma terapeuta ericksoniana; trabalho com Psicoterapia Breve, utilizando, sob medida para cada pessoa, técnicas de Hipnose e Arteterapia. Sou também doula: acompanho gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto. Qualquer dúvida e interesse, entre em contato! Terei o maior prazer em poder ajudar. :)

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

MoviMente!



Dançar é um dos exercícios mais completos para o ser humano mais humano ser. É complexo; possibilitando sintonizar corpo e mente numa tal dimensão que, se feito profundamente, faz dançar a alma!

Abrange controle, foco, força, flexibilidade, enquanto vai alternando tensão, relaxamento, explosão e suave deslocamento energético. É dividir para integrar; faz a atenção se espalhar dos pés à cabeça, permitindo que vários gestos se tornem um só, e você se torne expressão de harmonia

É integrar-se consigo mesmo ao mesmo tempo em que se integra com a música e com o outro que possa estar a te acompanhar. E dançar em grupo te faz maior, aumenta a intensidade do ato e a habilidade do seu controle sobre si mesmo, ao estar sabendo respeitar os limites do outro, do ritmo que se faz além... 

Você se percebe base para movimentos alheios, se vê parte de um movimento conjunto e, diminuindo ou aumentando a velocidade de suas ações, você aprende a estar junto

Você, corpo-mente, é seu instrumento. Dance! Mexa-se com intenção

Camila Sousa de Almeida


quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Com ciência


Na história da ciência podemos encontrar curiosos casos de pessoas que tiveram a mesma idéia ou desenvolveram semelhantes teorias, mesmo vivendo em diferentes partes do mundo, sem nenhuma comunicação entre si. 

Também é fato que, aquilo a que se reconhece como ciência hoje, ainda não consegue explicar todos os fenômenos que, indubitavelmente, acontecem. 

Felizmente, qualquer coisa pode acontecer mesmo sem ser compreendida. Como os nossos sonhos. Pois se é durante o sono que absorvemos e organizamos as informações recebidas durante a vigília, pode ser que durante esse período é que surjam certas respostas que antes não tínhamos condições de perceber. Assim, nossas questões inacabadas vão sendo trabalhadas inconscientemente através do simbolismo dos nossos sonhos.  

E nesse mundo simbólico podemos encontrar outras partes nossas, representadas nos outros com quem sonhamos. Porque mesmo envolto na própria mente, o ser humano sempre convive e insere o coletivo na sua imaginação/criação. 

Até porque todos nós que aqui vivemos estamos a compartilhar, independente de nosso desejo, a maioria das coisas que existem neste planeta: a terra e tudo que há nela; o ar que respiramos; o céu com o seu sol, lua e estrelas... 

Crescemos parte de uma mesma espécie que, mesmo na diversidade de suas culturas, tem muito mais em comum; as mesmas emoções, necessidades básicas e anseios profundos de amor e aceitação. 

E se compartilhamos mais semelhanças que diferenças, por que seria estranho fenômenos de “coincidências”? Um documentário chamado “Home” explica que as camadas de gelo na Groelândia estão derretendo por causa das indústrias instaladas em outras localidades do planeta. 

Essa conexão invisível também permite que pessoas de diferentes partes de um país, grande como o Brasil, possam escutar a mesma música, ao mesmo tempo, ao sintonizarem determinada rádio... Estranho isso?

Camila Sousa de Almeida

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Com tato se aprende contato

Ela conversa com árvores.

Ela aprende com tato:

Ela é feita de pedaços.

Ela se prende à terra em partes para continuar a crescer em direção ao céu...

Ela é, naturalmente, sábia. 


Camila Sousa de Almeida

domingo, 1 de janeiro de 2012

Tudo

"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final... Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do 'momento ideal'. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida... Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.”
   
Fernando Pessoa

domingo, 25 de dezembro de 2011

Se o Rádio Não Toca

Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...

É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão
É só girar o botão...

Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...

É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!...

Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...

É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!...

Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...

É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!...

Se O Rádio Não Toca!

Raul Seixas

sábado, 24 de dezembro de 2011

Não é o fim dos anos

O fim do ano não é o fim, é mudança. Nada se perde quando se percebe que são novas oportunidades que se ganha. 

As estações se repetem, mas as flores que desabrocham são outras, mesmo da mesma espécie; 

A chuva que cai não é a mesma chuva, mesmo sendo ainda gotas de água transformando seu estado; 

As folhas que caem, caíram porque secaram, e nessa mudança mudaram de cor, pra você poder identificar a mudança de fase; 

O sol, ah, esse muda, no céu, a todo momento! Deslocando-se, mostra que, mesmo mudando, continua a brilhar... Todos os dias faz a mesma coisa para que você continue tendo a chance de outras coisas experimentar...

Eu voto para que os votos desse fim de ano sejam de agradecimento. Pelas mudanças, e por tudo que não muda, para permitir que mudemos... :)

Camila Sousa de Almeida

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

ArteTerapia


Enquanto você dirige, ouve música.
Enquanto navega na internet, conversa.
Enquanto toma banho, canta.
Enquanto viaja no ônibus, dorme.
Enquanto faz uma coisa, faz outra.
É, você já sabe fazer isso.
Aprenda agora a fazer arte enquanto faz terapia.
E/ou vice-versa. 

Camila Sousa de Almeida


Satisfação

domingo, 18 de dezembro de 2011

Em que sentido?



Qual o sentido da vida? É uma pergunta que se responde com o olhar. Mas aquele que não enxerga com o olho. 

O sentido que qualquer ser humano toma quando pula e se solta no ar livremente é pra baixo. 

O sentido do balanço das plantas, que têm folhas e galhos, pode ser diferente dos sentidos por cada um deles tomados; pode ser para os lados, alternando entre um e outro ou entre os quatro. 

O sentido das ondas do mar é pra frente, pra fora; para depois (ou antes?) ir pra trás, pra dentro, onde tudo é a mesma coisa: água. 

O sentido que voam os beija-flores é em direção às flores, onde quer que elas estejam... elas, que costumam estar por aí agradando um, dois, três, quatro, cinco ou mais sentidos... 

O sentido que vai a carona que você pega é o sentido que você quer ir. Independente da velocidade que você vai ser transportado. 

O sentido que vai a água que evapora é pra cima, pro céu; para quando ela tiver se transformado em chuva mude o sentido, indo diretamente pra baixo ou na diagonal, na direção daqueles que, por estarem vivos, estão a se movimentar... e podem estar lembrando de momentos que foram vividos e tudo o que foi sentido com isso...

Camila Sousa de Almeida

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Formação em Hipnose e Psicoterapia Breve 2012


Vivemos um tempo que passa cada vez mais rápido e que anda sendo bastante ocupado. As pessoas têm necessidade de resolver o que precisar ser resolvido de forma prática e eficiente que, não só não atrapalhe, mas facilite o seu dia-a-dia. 

Aliado a isso, os profissionais de qualquer área de atuação têm que manter-se em constante aprimoramento, atualizando-se e buscando acrescentar novos recursos que facilitem o seu trabalho – consequentemente também as suas vidas. 

A hipnose se insere nesse contexto como uma ferramenta poderosa de melhoramento para profissionais de saúde e seus pacientes/clientes, pois tem a capacidade de transformar a qualidade de vida de seus praticantes atuando em todos os aspectos envolvidos: corpo, mente, emoções, relacionamentos e hábitos. 

Somos capazes de muito mais do que habitualmente aparentamos. Entre outras coisas, é isso que você pode aprender, na prática, embarcando na viagem fantástica que é fazer este curso.  


Camila Sousa de Almeida

P.S. Apesar da ênfase na hipnose (autorizada a psicólogos, médicos, dentistas, enfermeiros, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, e estudantes dos respectivos cursos), a formação abrange também outras técnicas que integram a Psicoterapia Breve Ericksoniana, para os psicólogos e médicos psicoterapeutas. 

*Maiores informações, estou à disposição!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Provocação [ando provocando]

Estava andando na calçada.

Ao passar, meu caminhar fez um calango se mexer de onde estava e correr. 

Um movimento vai provocando outro. E assim sucessivamente...

Camila Sousa de Almeida

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vivida e Pensada

Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.
  
Fernando Pessoa

sábado, 3 de dezembro de 2011

Baseado em fatos reais


"Eu não sou depressiva, não tenho TDAH, não sou bipolar nem tenho fobia; mas possuo, aqui e ali, de vez em quando ou frequentemente, características de vários transtornos conhecidos. Mas isso não é suficiente para me enquadrar. Eu sou um quadro sem moldura; não terminei de me pintar." 

Da mesma forma pode ser com você. Não rotule a si mesmo por causa de frases que você encontra em listas de sintomas de determinados diagnósticos, pela internet. Se estiver precisando de ajuda, procure os profissionais indicados. Mas não defina precocemente o que está constantemente se definindo: você.  

Camila Sousa de Almeida

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

EspeciaLista

Um especialista foi chamado para solucionar um problema com um computador de grande porte e altamente complexo. Um computador que vale 12 milhões de reais.

Sentado em frente ao monitor, pressionou algumas teclas, balançou a cabeça, murmurou algo para si mesmo e desligou o computador.

Tirou uma chave de fenda de seu bolso e deu volta e meia em um minúsculo parafuso. Então ligou o computador e verificou que tudo estava funcionando perfeitamente.

O presidente da empresa se mostrou surpreendido e ofereceu pagar a conta no mesmo instante.

- Quanto lhe devo? - perguntou.

- São mil reais, por favor.

- Mil reais? Mil reais por alguns minutos de trabalho? Mil reais por apertar um parafuso? Eu sei que meu computador vale 12 mil reais, mas mil reais é um valor absurdo! Pagarei somente se receber uma nota fiscal com todos os detalhes que justifique tal valor.

O especialista balançou a cabeça e saiu.

Na manhã seguinte, o presidente recebeu a nota fiscal, leu com cuidado, balançou a cabeça e saiu para pagá-la no mesmo instante sem reclamar.

A nota fiscal dizia: 
 
Serviços prestados

• Apertar um parafuso................1 real

• Saber qual parafuso apertar....999 reais

Autor desconhecido

domingo, 27 de novembro de 2011

ParCeria


Diante do surgimento de diferentes formatos de relacionamento, nas diferentes classes e culturas de nossa sociedade, não podemos mais falar de um padrão único de família, união e casamento. Há várias formas legítimas de estar junto; entretanto, essas novas possibilidades não excluíram velhos problemas, como a tradicional tendência de um – ou ambos os lados – anular sua identidade para se tornar um casal.

Esquece-se da própria individualidade para se tornar um “nós”, que vai para os programas conjuntos, que tem aquele grupo de amigos, que come em determinados lugares, que assiste certos tipos de filme, vivendo assim a vida de um terceiro ser inexistente. 

Na verdade existem dois indivíduos diferentes, mesmo que semelhantes. O que provavelmente torna a união mais interessante, não?!

Observe como agem parceiros de dança: para fazer os mesmos passos utilizam, no mesmo tempo, espaços diferentes. E o que um faz é diferente do que faz o outro, mas eles sincronizam seus movimentos: enquanto um coloca a perna direita para a frente, o outro coloca a perna esquerda para trás; quando um balança pra um lado, o outro balança para o outro e, assim, curiosamente, ambos vão na mesma direção... Há um encaixe; estão fazendo a mesma coisa, sem fazer.

No contato, vão se apoiando mutuamente, dando base para a realização de passos mais complexos. Mesmo quando se soltam dançam juntos, conectados pelo olhar ou simplesmente pela intenção de estar, complementando o outro na sua liberdade de movimentos.  

Parceiros de dança compartilham a alegria do que cada um está fazendo “sozinho”, porque estão acompanhados um do outro. No desenrolar da música, algumas partes se tocam, outras não... Às vezes apenas seguram as mãos e isso é tudo o que precisam para continuar. O ritmo é um só, mas cada um encontra seu jeito de dançar junto

Camila Sousa de Almeida

sábado, 19 de novembro de 2011

O desafio do rei a seus três filhos

Um grande rei tinha três filhos e queria escolher um para seu herdeiro. Era muito difícil, pois os três eram muito inteligentes, muito corajosos. Qual deles escolher? Então perguntou a um grande sábio, e o sábio sugeriu uma coisa...

O rei foi para casa e pediu que os três filhos se reunissem. Deu a cada um deles um saco de sementes de flores e disse a eles que estava partindo em uma peregrinação. "Levará alguns anos, talvez dois ou três, talvez até mais. Esse é um teste para vocês. Vocês terão que devolver essas sementes quando eu voltar. Aquele que as proteger melhor será meu herdeiro." E partiu.

O primeiro filho trancou as sementes em um cofre de ferro, pois quando o pai voltasse poderia devolvê-las no mesmo estado.

O segundo filho pensou: "Se eu as trancar, as sementes irão morrer. Meu pai pode argumentar que nos deu sementes vivas, que poderiam crescer, e que agora estavam mortas e não poderiam mais gerar flores." Então foi ao mercado, vendeu as sementes e guardou o dinheiro. Pensou: "Quando meu pai retornar, irei ao mercado, comprarei novas sementes e darei a ele sementes melhores que as primeiras."

O terceiro, contudo, encontrou melhor solução. Voltou ao jardim e espalhou as sementes em vários lugares.

Três anos depois, quando o pai retornou, o primeiro filho abriu o cofre. As sementes estavam mortas, apodrecidas. O pai lhe perguntou: "O que é isso? Foram estas as sementes que lhe dei? Elas podiam florescer e liberar doces aromas, mas suas sementes estão fedendo. Estas não são as minhas sementes."

Foi procurar o segundo filho. Ele correu até o mercado, comprou sementes, voltou para casa e disse: "Aqui estão as sementes." O pai lhe respondeu: Você se saiu melhor do que o primeiro, mas não foi tão bom quanto eu teria desejado."


Então foi procurar o terceiro. Tinha grande esperança, mas também medo: "O que ele terá feito?" E o terceiro filho levou-o ao jardim, onde havia milhares de plantas florescendo, flores por toda parte. E o filho disse: "Estas são as sementes que você me deu. Em breve irei colher as sementes e as darei de volta a você." O pai disse então: "Você é o meu herdeiro. É assim que se deve proceder com sementes."

Osho - Tarô da Transformação
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