- Camila Sousa de Almeida
- Aracaju, Sergipe, Brazil
- Sou uma terapeuta ericksoniana; trabalho com Psicoterapia Breve, utilizando, sob medida para cada pessoa, técnicas de Hipnose e Arteterapia. Sou também doula: acompanho gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto. Qualquer dúvida e interesse, entre em contato! Terei o maior prazer em poder ajudar. :)
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Mudaram as estações!
Existem muitos programas em canais de TV a cabo sobre moda e aparência. Alguns deles também abordam em seus diálogos os aspectos psicológicos envolvidos na forma de alguém se vestir, como a auto-estima e a “necessidade” ou o medo de se mostrar.
Você pode observar comentários tendenciosos dirigidos aos sorteados(as) para participar desses programas e que, inevitavelmente, transmitem determinadas idéias aos telespectadores.
Já escutei de alguns que é possível manter a própria personalidade e expressá-la através das roupas, mas de uma forma melhorada e mais adequada socialmente, fazendo algumas mudanças. Já em outro programa a apresentadora comentou: “com essas novas roupas a sua personalidade esquisita será eliminada por completo!”.
Será que ela queria eliminar a sua personalidade? Sendo o “esquisita” atribuído a ela pelos outros, talvez a mesma utilizasse outro termo para adjetivar o seu estilo, como “original”, por exemplo. A despreocupação em se vestir de acordo com as regras ditadas majoritariamente é uma forma de demonstrar uma preocupação diferente, a defesa de outros valores. Onde fica então a liberdade de expressão “assegurada por lei”, se manifestações pessoais como essas são rechaçadas de várias formas?
Essa tentativa de padronização das pessoas é causadora de muito sofrimento, estimulando na sociedade atitudes de discriminação, de bullying, de intolerância com as diferenças. Sofrimentos esses que poderiam não existir, simplesmente colocando-se em prática um princípio fundamental da boa convivência: o respeito mútuo, que é acompanhado da aceitação das peculiaridades de cada um - independente de apreciá-las ou não.
No trecho de um programa assisti uma modelo conversar com uma atriz. Esta última dizia para a primeira que “roupa é descartável”; justificando que é porque a moda muda muito, e afirmando ser “desapegada”.
Essa mentalidade, sim, pode ser descartada. Tal idéia de desapego se mostra completamente equivocada, já que, se você está sempre querendo (e comprando) novas roupas, sem real necessidade, na verdade você está extremamente apegada! O desapego, de fato, se dá a partir da compreensão de que você não precisa de muitas coisas para viver e ser feliz; por isso, você não faz questão de acumular e nem mesmo de comprar mais coisas. E vive isso tranquilamente...
Descartável é aquilo que se usa uma vez e se joga fora, como papel higiênico. Uma roupa, como muitas outras coisas, pode durar anos e anos e continuar servindo para a finalidade para o qual foi comprada. Imagine a quantidade de recursos naturais utilizados para produzir todas as suas roupas... E imagine o tempo que leva para esses recursos se renovarem na natureza... Aposto que as estações não gostam muito das modas “das estações”...
Camila Sousa de Almeida
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Visão
Quando fazemos alguma coisa com freqüência deixamos de estar atentos a certos detalhes; acostumamo-nos a nos acostumar... Uma criança facilmente se encanta, se espanta e (se) questiona sobre um tanto de coisas que deixamos passar despercebido. Podemos muito bem aprender isso com elas.
Assistir televisão se tornou um hábito comum para muita gente ao longo das últimas décadas, desde a criação do aparelho no início do século passado; e a partir desse, muitos outros hábitos foram sendo inseridos e normalizados através do conteúdo de suas programações.
Não é à toa que a palavra empregada é “programação”, já que a mesma pode ser considerada um meio capaz de programar as pessoas para o que quer que se deseje, ou seja, planejar o que elas vão querer; e o que vão fazer para conseguir isso.
Se na televisão se vê predominantemente pessoas de boa aparência (porque usam maquiagem, compram roupas da moda, fazem cirurgias, mantêm o corpo à base de comprimidos, etc) as pessoas vão querer consumir todos os produtos e serviços que se mostram necessários para também serem consideradas aparentemente boas, afinal todo ser humano tem o desejo de ser apreciado. No fundo, todos precisam AMAR e SER amados, e não simplesmente SENTIR-SE assim. E conhecendo esse aspecto da natureza humana, aqueles que têm o domínio de tais meios o usam a favor da manutenção de seus interesses: poder e dinheiro.
E para estimular a busca desse apreço, é preciso que as pessoas acreditem que só o terão se tiverem as coisas que passam na televisão... E que a vida está difícil; a competitividade é grande; não há suficiente para todos; os “noticiários” mostram isso todos os dias! Para que você se esforce para se destacar e “ser alguém na vida”, o que para eles significa ter dinheiro para poder comprar cada vez mais...
Tudo que passa na televisão passa antes por uma peneira: vai ao ar aquilo que serve aos interesses daqueles que mandam. Por isso é imprescindível que VOCÊ filtre o que está vendo...
Observe que os valores que alimentam o capitalismo são fomentados de todas as formas possíveis, afinal um sistema é um conjunto de partes dependentes umas das outras; portanto, a continuidade deste “sistema econômico” depende do incentivo do que ele precisa para sobreviver: que seus produtos e serviços continuem sendo consumidos. Quanto mais consumo, mais produção; quanto mais é produzido, mais será consumido. Um círculo, sem fim...
Tanto a produção quanto o consumo aumentam o poder e o dinheiro dos que já os têm; enquanto aqueles que produzem e consomem massivamente ficam prisioneiros desse círculo vicioso... Os elementos que dão base a essa manutenção são os valores transmitidos em todas as áreas, abrangendo muito além da economia: educação, saúde, trabalho, relacionamentos, religião, lazer, tudo!
Semana passada assisti um programa sobre pessoas que têm compulsão por compras. O repórter foi entrevistar uma vendedora de uma loja considerada chique e perguntou se ela tinha alguma cliente que demonstrasse ter este transtorno. A vendedora afirmou ter algumas, então foi questionada se, quando percebia tal fraqueza, não se aproveitava e incentivava que a cliente comprasse mais. Percebi a hesitação em afirmar que sim, mas, diante do comentário efusivo do entrevistador – “ah, se fosse eu me aproveitava!” – a mesma confirmou que fazia isso; afinal entendeu que tal admissão seria aceitável(????) diante dos telespectadores.
Tirar vantagem da patologia ou fraqueza alheia, “ficar bem”, ou melhor, ganhar dinheiro prejudicando os outros, é apenas um exemplo dos valores que estão sendo normalizados para manter toda esta estrutura supracitada... Talvez, sem nem notar nada disso, você sorriria junto com o repórter dessa entrevista... Ou não?
Tudo isso é, de fato, um exemplo de hipnose para ser realmente temida. Já a hipnose terapêutica, leva você ao autoconhecimento que pode lhe libertar desses aprendizados que estão lhe prejudicando a qualidade de vida. Por isso é ainda mal interpretada, porque pode despertar sua mente para seu próprio potencial e poder, lhe descondicionando da submissão aos outros...
P.S. 1: “Televisão” (do grego tele - distante e do latim visione – visão).
P.S. 2: Neste texto, por “televisão” entenda qualquer meio de comunicação de massa...
Camila Sousa de Almeida
sábado, 7 de janeiro de 2012
As Coisas
Dizem que "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa", mas também é verdade que uma coisa é outra coisa...
Camila Sousa de Almeida
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
MoviMente!
Dançar é um dos exercícios mais completos para o ser humano mais humano ser. É complexo; possibilitando sintonizar corpo e mente numa tal dimensão que, se feito profundamente, faz dançar a alma!
Abrange controle, foco, força, flexibilidade, enquanto vai alternando tensão, relaxamento, explosão e suave deslocamento energético. É dividir para integrar; faz a atenção se espalhar dos pés à cabeça, permitindo que vários gestos se tornem um só, e você se torne expressão de harmonia.
É integrar-se consigo mesmo ao mesmo tempo em que se integra com a música e com o outro que possa estar a te acompanhar. E dançar em grupo te faz maior, aumenta a intensidade do ato e a habilidade do seu controle sobre si mesmo, ao estar sabendo respeitar os limites do outro, do ritmo que se faz além...
Você se percebe base para movimentos alheios, se vê parte de um movimento conjunto e, diminuindo ou aumentando a velocidade de suas ações, você aprende a estar junto.
Você, corpo-mente, é seu instrumento. Dance! Mexa-se com intenção.
Camila Sousa de Almeida
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Com ciência
Na história da ciência podemos encontrar curiosos casos de pessoas que tiveram a mesma idéia ou desenvolveram semelhantes teorias, mesmo vivendo em diferentes partes do mundo, sem nenhuma comunicação entre si.
Também é fato que, aquilo a que se reconhece como ciência hoje, ainda não consegue explicar todos os fenômenos que, indubitavelmente, acontecem.
Felizmente, qualquer coisa pode acontecer mesmo sem ser compreendida. Como os nossos sonhos. Pois se é durante o sono que absorvemos e organizamos as informações recebidas durante a vigília, pode ser que durante esse período é que surjam certas respostas que antes não tínhamos condições de perceber. Assim, nossas questões inacabadas vão sendo trabalhadas inconscientemente através do simbolismo dos nossos sonhos.
E nesse mundo simbólico podemos encontrar outras partes nossas, representadas nos outros com quem sonhamos. Porque mesmo envolto na própria mente, o ser humano sempre convive e insere o coletivo na sua imaginação/criação.
Até porque todos nós que aqui vivemos estamos a compartilhar, independente de nosso desejo, a maioria das coisas que existem neste planeta: a terra e tudo que há nela; o ar que respiramos; o céu com o seu sol, lua e estrelas...
Crescemos parte de uma mesma espécie que, mesmo na diversidade de suas culturas, tem muito mais em comum; as mesmas emoções, necessidades básicas e anseios profundos de amor e aceitação.
E se compartilhamos mais semelhanças que diferenças, por que seria estranho fenômenos de “coincidências”? Um documentário chamado “Home” explica que as camadas de gelo na Groelândia estão derretendo por causa das indústrias instaladas em outras localidades do planeta.
Essa conexão invisível também permite que pessoas de diferentes partes de um país, grande como o Brasil, possam escutar a mesma música, ao mesmo tempo, ao sintonizarem determinada rádio... Estranho isso?
Camila Sousa de Almeida
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Com tato se aprende contato
Ela aprende com tato:
Ela é feita de pedaços.
Ela se prende à terra em partes para continuar a crescer em direção ao céu...
Ela é, naturalmente, sábia.
Camila Sousa de Almeida
domingo, 1 de janeiro de 2012
Tudo
"Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final... Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do 'momento ideal'. Antes de começar um capítulo novo, é preciso
terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida... Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.”
terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida... Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. E lembra-te: Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.”Fernando Pessoa
sábado, 31 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
Se o Rádio Não Toca
Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão
É só girar o botão...
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão
É só girar o botão...
Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!...
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!...
Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!...
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!...
Se O Rádio Não Toca!
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
A música que você quer ouvir
Não procure dançar
Ao som daquela
Antiga valsa
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!
Não! Não! Não! Não!...
É muito simples!
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!...
É muito simples!
É só mudar a estação
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!
É só girar o botão!...
Se O Rádio Não Toca!
Raul Seixas
sábado, 24 de dezembro de 2011
Não é o fim dos anos
O fim do ano não é o fim, é mudança. Nada se perde quando se percebe que são novas oportunidades que se ganha.
As estações se repetem, mas as flores que desabrocham são outras, mesmo da mesma espécie;
A chuva que cai não é a mesma chuva, mesmo sendo ainda gotas de água transformando seu estado;
As folhas que caem, caíram porque secaram, e nessa mudança mudaram de cor, pra você poder identificar a mudança de fase;
O sol, ah, esse muda, no céu, a todo momento! Deslocando-se, mostra que, mesmo mudando, continua a brilhar... Todos os dias faz a mesma coisa para que você continue tendo a chance de outras coisas experimentar...
Eu voto para que os votos desse fim de ano sejam de agradecimento. Pelas mudanças, e por tudo que não muda, para permitir que mudemos... :)
Eu voto para que os votos desse fim de ano sejam de agradecimento. Pelas mudanças, e por tudo que não muda, para permitir que mudemos... :)
Camila Sousa de Almeida
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
ArteTerapia
Enquanto você dirige, ouve música.
Enquanto navega na internet, conversa.
Enquanto toma banho, canta.
Enquanto viaja no ônibus, dorme.
Enquanto faz uma coisa, faz outra.
É, você já sabe fazer isso.
Aprenda agora a fazer arte enquanto faz terapia.
E/ou vice-versa.
Camila Sousa de Almeida
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