- Camila Sousa de Almeida
- Aracaju, Sergipe, Brazil
- Sou uma terapeuta ericksoniana; trabalho com Psicoterapia Breve, utilizando, sob medida para cada pessoa, técnicas de Hipnose e Arteterapia. Sou também doula: acompanho gestantes durante o pré-natal, parto e pós-parto. Qualquer dúvida e interesse, entre em contato! Terei o maior prazer em poder ajudar. :)
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Medo
65.700.000 de resultados no Google.
"Um resultado emocional resultante da consciência do perigo ou de ameaça, reais, hipotéticos ou imaginário" segundo o dicionário.
"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela"
Charles Chaplin.
Charles Chaplin.
Hoje eu estava assistindo ao Jornal do SBT, na programação noturna do canal. Apesar de ser o meu jornal favorito, por causa de umas grandes sacadas da Rachel Sheherazade, eu senti uma grande aflição depois do anúncio das manchetes principais. "TRAGÉDIA Nº 01" vírgula "TRAGÉDIA Nº 02" vírgula "TRAGÉDIA Nº 03" vírgula "TRAGÉDIA Nº 04".
Cara! O quê que é isso? Quando foi que a desgraça virou o foco? Agora, dentro de tanta coisa boa que acontece por todo este pequeno planeta, os jornalistas acham mais informativo transmitir um assalto surpreendente que uma câmera de segurança gravou por acaso?
Foi assistindo a esse jornal que eu entendi porquê o mundo nunca foi tão perigoso - ele nunca teve tantas televisões. Elas não transmitem somente novelas e desenhos animados, elas transmitem o MEDO. O medo de andar nas ruas cheias de bandidos, o medo de pegar doenças de pandemias inventadas, o medo ser você mesmo.
Charles Chaplin não poderia estar mais certo. E eu mais certo de que ele está certo. Há pouco, minha vida era baseada no "E se...?" Ah, como eu adorava um "se...", ao contrário do Djavan. Diziam ser por causa do meu signo, alegando que librianos são muito ponderados. Mas acho que eu era mesmo um otário. Por uma sequência de fatos que não cabem ser publicados aqui, tudo mudou neste ano.
O começo da mudança foi um promessa linda: não recusar nenhum convite (dependendo da origem, é claro). Alguns amigos se aproveitam dessa promessa e eu não deveria estar anunciando publicamente a existência dela, mas, desde junho/2012, ela vem me trazendo ótimas experiências. Elas expurgaram meus medos de uma forma incrível.
Assaltos agora encaro como uma renovação de pertences. Estar solteiro me garante conhecer pessoas incríveis. Estar sem dinheiro, uma ótima oportunidade de aprender modos alternativos de me divertir e uma forma de conter gastos impulsivos. Não consigo mais ver como essas coisas podem me incomodar novamente. Hoje a consciência do perigo soa muito mais imaginária do que real ou hipotética.
Num clássico filme de terror dos anos 90, A Hora do Pesadelo, quanto mais os mocinhos falavam do vilão Freddy Krueger, mais ele tinha força para aterrorizar os sonhos dos adolescentes. O medo funciona bem assim.
"O perigo existe, faz parte do jogo
Mas não fique triste, que viver é fogo
Veja se resiste, comece de novo
Comece de novo, comece de novo
Ao cruzar a rua você está arriscando
Pode estar na lua, pode estar amando
Passa um caminhão, cruza uma perua
O cara tá na dele, você tá na sua
Você tá na sua, você tá na sua
Mas atravesse a rua sem medo"
Mas não fique triste, que viver é fogo
Veja se resiste, comece de novo
Comece de novo, comece de novo
Ao cruzar a rua você está arriscando
Pode estar na lua, pode estar amando
Passa um caminhão, cruza uma perua
O cara tá na dele, você tá na sua
Você tá na sua, você tá na sua
Mas atravesse a rua sem medo"
(Vinícius de Moraes / Toquinho)
Iury Vincenzo
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Ser você! Eis a questão.
Há quem pense que a arte de atuar é sinônimo de fingimento: quem não
conhece teatro. Porque assistir é pouco para se conhecer de fato algo (ou
alguém); só vivenciando podemos dizer,
no máximo, que estamos aprendendo. Até
porque aprender é um ato que nunca acaba. Inclusive aprender “quem é” alguém,
começando por você mesm@.
Em minha parca experiência
iniciante tenho percebido o quanto interiorizar-se
é essencial para expressar bem o que quer que seja: quanto mais profundo você busca
em si tal emoção ou energia, mais fácil você é compreendid@. A capacidade de
observar os outros para usar como referencial e a conexão com o público são
importantes, mas se se sobressaírem do seu contato consigo mesm@, não funciona.
Porque aprendi que em teatro não existe “certo” e “errado”, existe o que funciona ou não funciona, de acordo com
um contexto, intenção e perspectiva. “Em teatro”.
Quando você aprende a acessar os
materiais que você já tem dentro de si e utilizar qualquer um deles de acordo
com a necessidade do momento, fica claro que pra atuar ninguém precisa fingir.
Trata-se de ter o controle sobre si. De fazer escolhas, a partir das suas possibilidades,
e colocá-las em prática. De aperfeiçoar os seus movimentos externos para que se
tornem cada vez mais próximos dos internos – sejam eles emoções, sensações,
pensamentos. É integrar-se, entregando-se completamente à proposta do momento. Você não interpreta um gato
pensando nas contas a pagar. Você
sente que É o gato e, por isso, se
torna ele.
Pegando o jeito, à medida que vai
ampliando suas possibilidades na prática, através dos exercícios, você vai
descobrindo que esse poder de poder ser
qualquer coisa lhe faz livre: você pode ser tudo! Aprender teatro,
paradoxalmente ou não, é aprender a ser
mais você.
Camila Sousa de Almeida
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Não sabia que sabia
Um rei recebeu como obséquio dois filhotes de falcões e os entregou ao mestre da falcoaria para que os treinasse para a próxima temporada de caça, entretenimento dos nobres da época, enquanto esperavam por alguma guerra.
Passados alguns meses, o instrutor comunicou ao rei que uma das aves já estava com toda sua performance de caça pronta para ser testada, mas que a outra ave não tinha se movido do seu galho desde que tinha chegado ao palácio, a tal ponto de que tinham que lhe alcançar a comida, para que não morresse de fome.
O rei, um sujeito muito hábil, mandou chamar curandeiros e até senadores para que verificassem qual o problema com a ave, mas de nada adiantou, ela não saía do lugar...
Pelas janelas dos seus aposentos o monarca podia ver o pássaro imóvel no galho, e mesmo que sua pose fosse autêntica e seu corpo delineado, faltava-lhe a qualidade principal que era voar.
Publicou por fim um anúncio entre seus súditos procurando alguém que ensinasse o pássaro a voar. Na manhã seguinte, viu a ave voando agilmente pelos jardins!
- Traga-me o autor desse milagre! - disse o rei. - Quero recompensá-lo e aprender sua técnica mágica.
Quando o sujeito é apresentado, o rei lhe pergunta:
- Como conseguiste? Tu és mágico, por acaso?
E o homem respondeu:
- Não alteza, apenas observei que se cortasse o galho onde a ave se agarrava, ela iria precisar de algo mais, e isso eram suas asas...
Autor desconhecido
domingo, 2 de dezembro de 2012
sábado, 1 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Tudo é uma grande brincadeira!
Quando eu era criança fiz uma brincadeira com uma amiga: avisei que faria duas perguntas e que ela deveria responder a que sabia. Perguntei: "sabe qual o nome do prédio vizinho ao condomínio do meu pai?" e rapidamente depois "qual o seu nome?". Ela respondeu: "Carla". Então eu comemorei o fato dela ter acertado ambas as respostas... Afinal, o meu objetivo era fazer ela acertar! Foi só uma brincadeira boba de criança; mas quando lembrei disso esta manhã, percebi que meu trabalho hoje é continuar brincando assim... :)
Camila Sousa de Almeida
terça-feira, 27 de novembro de 2012
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Sem Meias
Ando de sapatos porque o chão
pode machucar minha sola dos pés. No início era isso, depois virou outra coisa.
Algo pra deixar a imagem deles supostamente mais bonita. Onde começa a
desculpa e termina a realidade não sei, mas está claro que sapatos são
mecanismos de defesa conscientes da inconsciência social. Será que Freud
explica o mal estar na civilização causado para evitar o mal estar?
Talvez sim, completamente vestido de meias verdades... Sempre divididas em diferentes
lados, mas formando pares que combinam...
Camila Sousa de Almeida
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
E se...
Um amigo seu diz que tem um problema super sério e vem lhe pedir ajuda. Na mesma hora, você encontra uma boa solução para o dilema. Ele agradece aliviado e diz: “Puxa, como é que eu não havia pensado nisso?”. Você concorda em pensamento: a solução era simples. Como é que o cara não pensou nisso antes? Você vai para casa se sentindo o grande solucionador de problemas da humanidade. Na semana seguinte, é você quem se depara com um pepino – e, por mais que tente, não encontra saída.
O paradoxo tem explicação. Os pesquisadores Evan Polman e Kyle Emich, da Universidade de Nova York, fizeram uma série de testes e descobriram que somos mais criativos quando temos de resolver os problemas dos outros. Tudo por causa da chamada distância social.
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que uma maior distância temporal e física nos ajuda a pensar de forma mais abstrata. Assim, conseguimos solucionar mais facilmente um problema quando nos imaginamos confrontados por ele em um lugar distante e em um tempo futuro. Agora, Polman e Emich descobriram que a distância social pode ter o mesmo benefício psicológico.
O estudo envolveu centenas de estudantes e foi realizado em várias etapas. Na primeira, os participantes tiveram que desenhar alienígenas para histórias que eles mesmos escreveriam e para as histórias dos outros. Os desenhos mais criativos foram aqueles feitos para as tramas alheias. Em outra etapa, os cientistas testaram a distância psicológica. Descobriu-se que é mais fácil ter ideias para completos desconhecidos do que para pessoas que têm alguma coisa em comum com você (a mesma data de nascimento, por exemplo).
Depois, o pessoal teve que resolver um desafio hipotético de escapar de uma torre. Os voluntários que imaginaram a si mesmos na situação tiveram 48% de sucesso. Quando pensavam que o problema era com os outros, a porcentagem chegou a 66%. E as soluções criadas também foram mais criativas nesse caso.
A descoberta da eficiência da distância psicológica foi comemorada. “Saber disso é valioso não apenas para os pesquisadores em psicologia social, tomada de decisão, marketing e gestão, mas também deve ser de interesse considerável para os negociadores, gerentes, designers de produto, marketing e anunciantes, entre muitos outros”, disseram eles.
Então, fica a dica: se você está tendo dificuldade para resolver um problema, faça de conta que ele pertence a outra pessoa. Isso poderá ajudá-lo a pensar em soluções que não viriam de outro modo.
http://super.abril.com.br/blogs/como-pessoas-funcionam/precisa-resolver-um-problema-finja-que-ele-nao-e-seu/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Extra! Extra!
Lívia é muito boa em fazer lilás!
Cíntia aprecia bastante não sentir calor! Vê?! Qualquer coisa pode ser
extraordinária, é só perceber...
Camila Sousa de Almeida
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
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